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Enterro da Gata'18 - Entrevista aos Needle

Enterro da Gata'18 - Entrevista aos Needle

Pela primeira vez em palco, os Needle, vencedores do concurso da AAUM, estiveram à conversa connosco:

 

Após terem vencido o UMplugged, os Needle garantiram uma presença no palco do Enterro da Gata. Quais são as vossas expectativas perante um público desta dimensão?

Em primeiro lugar, é uma responsabilidade para com a AAUM, que confiou em nós. A sensação é óptima, a organização fantástica, portanto estamos bastante entusiasmados por tocar neste palco.

Como surgiu o nome da vossa banda?

Isto remonta a outro projeto. Tínhamos um projeto de fazer um projeto só instrumental, só duas guitarras, e daí surgiu o nome “Needle”. O nome surgiu devido a uma música de Johnny Cash e acabou por ficar “Needle”.”Needle” porque a agulha penetra e é exatamente isso que pretendemos transmitir, tentar transmitir algo às pessoas.

Estavam à espera de uma exposição tão mediática, após vencerem o UMplugged?

A ficha só nos vai cair quando estivermos lá em cima. Nós entendemos logo que a organização deste evento é de outro nível, ao qual não estamos habituados.

Num futuro próximo, quais são os vossos objetivos?

Para já, queremos lançar um EP. Ainda não temos um trabalho disponível para as pessoas que gostam de nós, por isso, provavelmente no verão, vamos lançar um EP com 4/5 músicas originais. Até lá, vamos dar concertos e mostrar às pessoas o nosso trabalho.

Como banda, qual é o vosso sonho?

O maior sonho seria a profissionalização.

 

Enterro da Gata'18 - Segunda-Feira, dia 14

Enterro da Gata'18 - Segunda-Feira, dia 14

As Monumentais Festas do Enterro da Gata continuam ao rubro. No terceiro dia, a animação ficou a cargo dos artistas “The Legendary Tigerman” e “Needle” que trouxeram o rock ao recinto.

A banda Needle inaugurou o palco principal, fazendo jus à vitória conquistada no concurso “UMplugged” organizado pela Associação Académica da Universidade do Minho, valendo assim a presença no Enterro da Gata.

Já com o recinto mais composto e com o público mais animado do concerto anterior, chegou a vez de entrar em ação o músico Paulo Furtado, de nome artístico “The Legendary Tigerman”. Com o seu estilo particular e multifacetado correspondeu às expectativas do público que muito ansiava por esta atuação, visto ser o cabeça de cartaz do passado dia 14.

As opiniões são favoráveis em relação aos concertos. João Silva, estudante de Optometria e Ciências da Visão, confessa ter gostado muito de ambos os concertos. “Gosto muito das duas bandas, mas a performance dos Needle surpreendeu-me pela positiva”.

Concluídos os concertos, os estudantes dispersaram para as barracas dos diferentes cursos. Na Tenda de Eletrónica atuou ainda Dj Pette & Fábio Vasquez e John Mayze & Miguel Faria. Já na Tenda RUM, a noite ficou ao cargo de Moni RocknRolla. 

As Festividades continuam, esta terça-feira, com os Capitão Fausto e Slow J no palco principal.

Enterro da Gata'18 - Domingo, dia 13

Enterro da Gata'18 - Domingo, dia 13

 No segundo dia de folia das Monumentais Festas do Enterro da Gata, a noite foi dedicada aos grupos culturais, que têm um enorme papel na difusão do nome da academia.

 A Gatuna abriu a noite com a coordenação com que já habituou a academia minhota, seguida da Afonsina, com um hino que não deixa ninguém no público indiferente. A Literatuna e a Augustuna marcaram presença com as suas músicas que trouxeram nostalgia aos finalistas.

 A Tun'Ao Minho e a TMUM levaram as últimas meninas de Braga ao palco. Ainda pelo pólo de Guimarães, a Tun'Obebes aqueceu o público, que não podia perder a visita da tuna ao Gatódromo.

A OPUM DEI (Ordem Profética), que festejou os seus 27 anos, e a Tuna Universitária do Minho (TUM) encerraram a ronda de grupos culturais, não desiludindo com a sua atuação cheia de irreverência e unicidade.

 Daryanne Santos, estudante de Erasmus do curso de Direito, compara os dias de folia da terra bracarense com a vida universitária do Brasil, considerando ambos parecidos, apesar de ser a sua primeira vez. Admite, ainda, que achava que os “estudantes portugueses seriam muito mais inibidos”, ficando surpreendida com o ambiente de festa e o “brilho das pessoas”.

 Vinda do Campus de Azurém, Bárbara Costa, estudante do primeiro ano de Engenharia Mecânica, já percorreu várias festas académicas, destacando a organização do Enterro da Gata. A dimensão do convívio entre alunos e não-alunos é muito maior, envolvendo toda a gente que não pertence à academia como se fosse também a sua festa.

As celebrações espalharam-se depois até à Tenda RUM, com a atuação de Motinha. Na Tenda de Eletrónica, os DJ's Chinelos Com Vida e Quim das Remisturas, com grandes êxitos de música portuguesa, encerraram a noite.

A semana continua, esta segunda-feira, com a subida ao palco de The Legendary Tigerman e Needle, vencedores do concurso do UMPlugged. 

 

 

 

 

 

Enterro da Gata'18 - Dia da Beneficência

Enterro da Gata'18 - Dia da Beneficência

A Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM), em colaboração com o SC Braga, abriu novamente as portas do Gatódromo e do Estádio Municipal de Braga para utentes de uma instituição de solidariedade social.

No dia de ontem várias foram as crianças na alameda do Estádio do Braga. Para tal, anualmente, a AAUM organiza o Dia da Beneficência. Este ano o convite estendeu-se ao Instituto Monsenhor Airosa que foram recebidos pelo clube da cidade e pela serenata, protagonizada pela Augustuna.

As crianças conheceram o estádio, o recinto, onde concretizaram várias atividades e, por último, subiram até à Zona VIP para pintarem um quadro que ilustrasse o seu dia, com o palco do Gatódromo no horizonte.

As Monumentais Festas do Enterro da Gata são de celebração e de tradição, mas também de responsabilidade social, inclusive a iniciativa que já ultrapassou os dez anos de organização.

Enterro da Gata'18 - Entrevista a Agir

Enterro da Gata'18 - Entrevista a Agir

Depois de um público aquecido pelo concerto de Fernando Daniel foi a vez de Agir pisar o palco da Academia, que já é quase a sua segunda casa. Com um concerto eletrizante, o artista marcou mais uma vez o público minhoto.

 

O facto de seres quase “da casa” influencia a forma como planeias os espetáculos?

Sim, eu já o faço mesmo que não seja uma primeira vez, mas estou numa fase fixe porque estou com um álbum novo, por isso, já ia acontecer um bocadinho ter de mudar o espetáculo. Portanto, ainda bem que o posso apresentar aqui.

Achas que o espírito de folia acaba por passar para o teu espetáculo?

Claro, já me estou aqui a aventurar no chá (risos). Acho que é fixe porque a malta, além de estudar, também tem de descontrair e, se há povo que gosta de descontrair é o português, e ainda bem.

Porquê “team Got It”?

Era uma brincadeira. Todos os cantores têm algo de personalidade que dizem nos sons e isso surgiu de uma música que nunca chegou a sair e o refrão era “got it, got it” e comecei a introduzir isso em quase todas as músicas que fazia e acabou por ser completamente orgânico e a ganhar vida.

E não pensas lançar o tema, já que criou uma das tuas marcas?

À partida não. Esse não vai sair, assim como tantos outros. Estou sempre a fazer música depois há uns que nunca chegam a sair. Depois há outros que espero um bocadinho e acabam por sair um ou outro ano depois, outros vão para colegas de profissão…Não tenho problemas em não utilizar alguns temas que faço, não sou assim tão apegado.

Tens alguma mensagem para os finalistas da Academia?

Que já estejam um bocadinho acesos, mas nada demais, para ainda conseguirem ver o meu concerto minimamente como deve ser.

Enterro da Gata'18 - Entrevista a Fernando Daniel

Enterro da Gata'18 - Entrevista a Fernando Daniel

O concerto de Fernando Daniel marcou o arranque do Enterro da Gata, com um público atento e com novos originais.

 

Lançaste recentemente o videoclip do “Mágoa”. Como tem sido a receção do público?

Está a correr muito bem. Lembro-me que o “Espera” em 24 horas fez 50 mil visualizações, enquanto que o “Mágoa” fez 80 mil. Não quer dizer que vá ter o mesmo impacto, até porque não passa em nenhuma novela e, por isso, é mais difícil chegar às pessoas.

 Depois de venceres o The Voice, como é ver o Minho a cantar os teus originais?

Sinto-me bastante realizado porque uma coisa é quando cantas músicas de outros artistas e as pessoas já as aceitaram, apenas estás a reproduzir o que já existia. Sabes que o público, em princípio vai aceitar. Pode não gostar da tua maneira de representar ou reproduzir aquela música, mas tens uma noção de que vão gostar. Agora, é muito arriscado eu lançar as minhas próprias coisas, mas a verdade é que está tudo a correr muito bem porque arrisquei e foi um bom avanço da minha parte porque as pessoas estão a aderir imenso.

 Podes desvendar um pouco dos novos projetos que andas a preparar?

Neste momento, estou só focado na música. Há uma possibilidade que tem a ver com literatura, mas ainda não está muito cimentada, é só uma proposta que recebemos. As coisas estão a correr muito bem. Estou a escrever para dois artistas: David Carreira e Mickael Carreira. Estou também muito focado em promover o meu álbum, que saiu há pouco tempo, para incentivar à compra.

 Quais as perspetivas para o futuro?

Quero aproveitar para divulgar ao máximo o meu trabalho para chegar às pessoas, mostrar-lhes a minha música, que há muitas pessoas que conhecem apenas o “Espera” e muitas não conhecem nada. Quero, por isso, conquistar as pessoas porque quero ganhar o meu espaço na música em Portugal. Sei que vai ser complicado porque há muitos artistas em Portugal, mas queria entrar no coração das pessoas.

AAUM

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