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Wet Bad Gang: "Não ligámos a bocas vindas de fora e hoje estamos aqui"

Wet Bad Gang: "Não ligámos a bocas vindas de fora e hoje estamos aqui"

“Foi trabalho, como tudo na vida, trabalhamos e acreditamos no nosso sonho”. É assim que Pedro Osório, mais conhecido como Zizzy, explica o sucesso dos Wet Bad Gang. O hit “Não tens visto” lançou o grupo em 2016 e atualmente já contam com mais de 20 singles de autoria própria.

Como é que ganharam sucesso?

R: Foi trabalho, como tudo na vida, trabalhamos e acreditamos no nosso sonho. Não ligamos a bocas vindas de fora e hoje estamos aqui.

E começaram por gozo ou por dinheiro?

R: Isto começou porque todos nós eramos fãs de rap e o hip hop é um estilo em que tu podes fazer o que queres, não há regras, então é um sítio fixe para desabafos, para o que precisares para te sentires bem. A música tem esse papel e começou por ser uma coisa natural e de talento também.

Como é se juntaram os Wet Bad Gang?

R: As nossas mães são amigas e já temos muita historia para trás. Crescemos todos juntos, somos todos do bairro, andamos na mesma escola e somos muito mais do que nos os 4.

A música funciona como um refugio para vocês?

R: A música é um confessionário fixe, tanto pões as coisas más como boas, o que tu quiseres. O que eu não gostava da escola eram as regras e na música isso não existe, não há regras para nada.

Vocês trabalham com alguma editora ou o vosso trabalho é independente ?

R: Não, só nós. Não precisamos de depender de ninguém. É uma questão de trabalho e estar rodeado das pessoas certas, e nós temos essa sorte.

Sentem que antes de ter este sucesso que têm hoje em dia a comunicação social vos apoiava?
R: Sim, não é uma coisa que eu ligue...é normal que não estejam presentes no início quando não és ninguém. Tens que provar que és alguma coisa para poderem falar de ti, nós tivemos que provar alguma coisinha para começar a ser falados. A partir do momento que começamos a ser falados ya. Também não foram eles que nos fizeram explodir, mas claro que é uma ajuda muito grande.

O que é que vos fez “explodir”?
 
R: Trabalho, mais nada e os nossos anjinhos que estão lá em cima para nos proteger.

Mas nenhum tipo de concerto, de festival ou single?
R: O “não tens visto” é obviamente a música que nos fez explodir em 2016, mas graças a Deus temos outros hits que as pessoas conhecem e está-nos a correr bem.

Têm alguma tradição antes de começarem os concertos?

R: Quando a nossa intro está a tocar temos o nosso abraço, o nosso grito.

Como é que criam esta dinâmica com o público que vocês têm? Qual é a importância para vocês?

R: É muito bom porque é o reconhecimento do trabalho. Só o facto de as pessoas cantarem os teus sons sabe sempre bem, não é? E nós a partir disso criamos laços com as pessoas, com uma família e as coisas saem assim. Saem fixes.

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