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Quim das Remisturas: "Todos os anos eu espero sempre voltar honestamente"

Quim das Remisturas: "Todos os anos eu espero sempre voltar honestamente"

O segundo dia de Enterro da Gata arrancou com a atuação de vários grupos culturais da Universidade do Minho. Como já aconteceu em anos anteriores depois de subirem a palco as várias tunas e grupos o Quim das Remisturas animou os estudantes minhotos. Estivemos à conversa com quem está por trás deste projeto que mistura a música eletrónica com música popular portuguesa.

 

Como é voltar ao Enterro da Gata e, desta vez, num recinto completamente diferente?

 

Honestamente é sentir-me em casa sempre. Já tinha cá vindo nos últimos dois anos, a primeira vez foi na Receção ao Caloiro, em Guimarães e desta vez continua a superar sempre as expectativas. Braga é Braga, Minho é Minho, não tenho nada a dizer. 

 

O que têm a dizer sobre a atuação de hoje ? 

 

Foi mais ou menos dentro da onda das outras duas vezes. Atuamos sempre depois das Tunas, mas acho que desta vez ainda deu para o pessoal aderir mais e acho que se criou uma ligação maior até. Gostei muito mesmo de estar cá mais uma vez. 

 

Por ser um artista já recorrente alguma vez pensou não voltar ao recinto do Enterro da Gata ?

 

Não, muito pelo contrário. Todos os anos eu espero sempre voltar honestamente. E não digo isto de muitos sítios, acreditem. 

 

E como surgiu o projeto Quim das Remisturas, e como descreve a sua música?

 

Dizer que surgiu por acaso parece muito fantasioso, mas foi um bocado. Eu já era DJ antes e surgiu de uma parte da minha vida em que eu gostava de misturar música popular portuguesa à toa com música eletrónica de dança. Pegaram em mim e começou a explodir no sound cloud. Depois comecei a chegar às semanas académicas e comecei a ter mais trabalho. Descrevendo a minha música, acho que é uma javardice gourmet. 

 

O Quim das Remisturas é um a alter ego ou é só uma persona de palco?

 

Acho que o Quim das Remisturas mais do que uma persona de palco é uma ponte entre o pessoal não se sentir confortável com música pimba, mas também não se identificar com muito com a parte da música eletrónica de dança e conseguir ali um meio termo entre essas duas partes. Para além disso eu gosto imenso do que faço, mas nunca na vida assumi o papel de Quim das Remisturas na minha vida. 

 

Para terminar, uma mensagem para os estudantes do Minho ?

 

Continuem a ser minhotos ao máximo, porque vocês nem têm noção do que têm aqui, a sério. Muito obrigado do fundo do coração e até uma próxima. Espero voltar!

 

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