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Enterro da Gata'18 - Entrevista a Kappa Jotta (Exclusivo)

Enterro da Gata'18 - Entrevista a Kappa Jotta (Exclusivo)

Em exclusivo para a AAUM, Kappa Jotta falou do concerto desta quinta-feira:

 

O concerto correspondeu às tuas expetativas?

Sinceramente, não estava à espera de ver tanta gente, principalmente por atuarmos numa hora assim tão cedo. Quando eu cheguei lá e vi que aquilo estava completamente cheio alivia logo a nossa pressão.

Já estás no mundo da música há mais de dez anos. Se olhares para trás, acreditas que o Kappa Jotta de 2005 é diferente do Kappa Jotta de hoje?

Acho que sim, é inevitável. Em termos de artista e pessoa, tudo. Hoje em dia sou pai, tenho contas para pagar e tenho uma vida diferente. A partir daí, muda tudo. E claro que a tua música também vai mudar.

Relativamente ao teu último álbum, “Ligação”, acreditas que tem correspondido com as expetativas?

Eu acho que sim, até está a superar as expetativas. Não esperava ter tantas visualizações, tantas pessoas a cantar as minhas músicas nos concertos e chegarmos aos palcos e ver tanta gente como hoje. Para mim, é gratificante.

Acreditas que, atualmente, os jovens devem continuar a arriscar numa carreira no mundo da música ou continua a ser um risco muito elevado?

Eu acho que, desde que entras no mundo das artes, não deves andar em busca de um emprego. Cada um deve fazer e seguir o que gosta e correr atrás dos seus sonhos. Se o sonho é a música, então corre atrás da música. Às vezes, mais vale ter pouco dinheiro e não teres gastos supérfluos e conseguires ser feliz e fazeres o que tu gostas.

Quais são os teus planos num futuro próximo?

Quando comecei a fazer rap, fazia-o para desabafar. A partir do momento que estou num palco principal como no Enterro da Gata, não sei o que posso pedir mais. A minha ambição é deixar-me estar assim, fazer a minha música e continuar a fazer o que faço.

AAUM

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