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Enterro da Gata'18 - Entrevista a Agir

Enterro da Gata'18 - Entrevista a Agir

Depois de um público aquecido pelo concerto de Fernando Daniel foi a vez de Agir pisar o palco da Academia, que já é quase a sua segunda casa. Com um concerto eletrizante, o artista marcou mais uma vez o público minhoto.

 

O facto de seres quase “da casa” influencia a forma como planeias os espetáculos?

Sim, eu já o faço mesmo que não seja uma primeira vez, mas estou numa fase fixe porque estou com um álbum novo, por isso, já ia acontecer um bocadinho ter de mudar o espetáculo. Portanto, ainda bem que o posso apresentar aqui.

Achas que o espírito de folia acaba por passar para o teu espetáculo?

Claro, já me estou aqui a aventurar no chá (risos). Acho que é fixe porque a malta, além de estudar, também tem de descontrair e, se há povo que gosta de descontrair é o português, e ainda bem.

Porquê “team Got It”?

Era uma brincadeira. Todos os cantores têm algo de personalidade que dizem nos sons e isso surgiu de uma música que nunca chegou a sair e o refrão era “got it, got it” e comecei a introduzir isso em quase todas as músicas que fazia e acabou por ser completamente orgânico e a ganhar vida.

E não pensas lançar o tema, já que criou uma das tuas marcas?

À partida não. Esse não vai sair, assim como tantos outros. Estou sempre a fazer música depois há uns que nunca chegam a sair. Depois há outros que espero um bocadinho e acabam por sair um ou outro ano depois, outros vão para colegas de profissão…Não tenho problemas em não utilizar alguns temas que faço, não sou assim tão apegado.

Tens alguma mensagem para os finalistas da Academia?

Que já estejam um bocadinho acesos, mas nada demais, para ainda conseguirem ver o meu concerto minimamente como deve ser.

AAUM

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