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Blaya: "Desde que tenha sempre música a sair e as pessoas apreciem vai ser sempre o meu ano"

Blaya: "Desde que tenha sempre música a sair e as pessoas apreciem vai ser sempre o meu ano"

Na última noite do Enterro da Gata, Blaya foi uma das artistas que fechou as comemorações dos 30 anos da festa académica.  Depois de ter atuado em 2010, 2013 e 2015 com os Buraka Som Sistema, a artista regressou a solo para cantar êxitos nacionais como “Faz Gostoso”. Em entrevista Blaya falou do lançamento do novo álbum e da sua carreira a solo.

O Brasil também esteve representado pelo cantor Silva que foi quem abriu o palco exterior. A noite terminou com We are the 90’s kids, trazendo ao Altice Fórum Braga os melhores hits da década de 90.

Qual é a sensação de voltar a atuar em Braga e fechar o cartaz do Enterro da Gata?

É sempre bom voltar para todos os sítios que já fui. Agora é esperar para ver se o público já sabe mais algumas músicas minhas, porque, entretanto, saíram mais músicas e então a sensação vai ser diferente. O pessoal já vai cantar mais músicas e espero que se divirtam imenso.

Faz gostoso foi um êxito: esteve no primeiro lugar dos tops nacionais e foi o primeiro tema de uma artista nacional a alcançar o primeiro lugar do Spotify e o Single Dupla Platina em Portugal. Podemos afirmar que 2018 foi o seu ano?

Não há “um ano”. (risos). Desde que eu faça músicas e concertos, e desde que tenha sempre música a sair e as pessoas apreciem vai ser sempre o meu ano. Iniciei o meu projeto a solo de uma maneira muito boa e espero ter, durante muitos anos, mais músicas que estejam no ouvido das pessoas.

O seu novo EP contém 4 temas novos, um deles dá nome ao EP. Que mensagem quer passar com o “Eu Avisei”?

O “eu avisei” surgiu assim “muito à toa”. Significa que “voltei, estou aqui”. Agora vou lançar o meu álbum dia 27 de maio e é, basicamente, “eu avisei, estou preparada, vamos lá”. 

O que podemos esperar do seu novo álbum? 

Eu já tenho cantado as músicas em palco há um ano. Tem de tudo: funk, hip-hop, house music, afro. É sempre uma mistura que eu vou fazer, porque as minhas influências são isso tudo, uma mistura desde o Brasil, África, Europa e eu coloco isso tudo nas minhas músicas.

Que dificuldades tem enfrentado desde que se lançou a solo?

Eu acho que é o apoio entre os músicos. Aqui em Portugal, um músico consegue subir na carreira se tiver vários artistas à volta a dizer “ouçam esta música” e se um artista não tiver tanta gente à volta a apoiar também torna-se um obstáculo. Acho que muitos artistas bons, em Portugal, não são tão reconhecidos, porque não têm tantos artistas grandes por trás a dar apoio.

 

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