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Domingo, 14 maio | Entrevista a Miguel Araújo

Domingo, 14 maio | Entrevista a Miguel Araújo

Depois de ter vindo cá em 2014 e 2015, como foi regressar ao “palco minhoto”? Espetacular! A última vez que cá estive foi precisamente há dois anos e foi a única vez que atuei afónico, coisa que geralmente nunca estou. Foi fixe e tal, mas estava ali rouco e não dei um espetáculo como queria, do meu ponto de vista. Hoje adorei, o público estava fantástico. Em 2002 formaram-se os Azeitonas. Que influência teve a criação dessa banda ao longo da sua carreira? Total. Se não fossem os Azeitonas, hoje não seria músico. Foi a minha entrada para o mundo da música e da composição musical. Eu não fazia música até entrar para os Azeitonas. Tomei o gosto e foi o princípio de uma caminhada que dura há já quase 15 anos. Em 2012 lançou o seu primeiro álbum “Cinco dias e meio”. Desde aí, o sucesso tem sido sempre cada vez maior. Como tem sido lidar com todo este processo? É “fixe” porque hoje em dia quem está no mundo da música não está pela fama. Quem está pela…

Domingo, 14 maio | Entrevista a Os Quatro e Meia - informação exclusiva

Domingo, 14 maio | Entrevista a Os Quatro e Meia - informação exclusiva

Depois da estreia em Guimarães para os estudantes minhotos, onde disseram que este era um público que vos diz muito por ser universitário, deixaram um desejo no ar de quererem cá voltar. Como é estar de volta? Espetacular. Tão positivo que o São Pedro resolveu chorar (risos). Ontem o Salvador Sobral emocionou o país e temos aqui a recompensa de chegarmos e estar a chover, já é um ótimo presságio. 7 Originais, mais de 3000 seguidores e semanas inteiras cheias de concertos não vos faltam. Qual é o segredo? Onze originais! (risos) Não são todas conhecidas, mas vão estar no nosso próximo álbum, a sair dia 30 de junho, com o nome “Pontos nos I’s”. O segredo está na boa relação entre os elementos do grupo. Deram o nome de “Para a frente é que é Lisboa” à vossa digressão. Mas qual é verdadeiramente a vossa frente, até onde querem chegar? Chegamos até onde nos quiserem levar. Não temos propriamente um horizonte definido, mas também não temos nenhuma barreira. “Estes rapazes cantam em bom português”. “Da minha parte já ganharam…

Domingo, 14 maio | Segunda noite de quarentena

Domingo, 14 maio | Segunda noite de quarentena

Na segunda noite do Enterro da Gata, os estudantes voltaram ao recinto para uma noite cheia de boa música portuguesa. As portas do recinto abriram-se às 23:30 e, logo após, a Tun'Obebes (Tuna Feminina de Engenharia da Universidade do Minho) atuou para os primeiros estudantes que chegavam. De seguida, a Tuna Universitária do Minho encheu o palco com a sua irreverência do costume, extravasando os limites do mesmo e interagindo com o público num "comboio" que percorreu toda a zona destinada aos concertos, envolvendo o público numa animação contagiante. A poucos minutos da 1 da manhã, os Quatro e Meia subiram a palco. Mesmo com o recinto ainda a encher, os seis rapazes de Coimbra puseram toda a gente a dançar durante uma hora. A cover de “Amar pelos dois”, de Salvador e Luísa Sobral, e “Lambreta”, de António Zambujo, foram algumas das músicas onde mais aplausos se ouviram.Mais tarde, Miguel Araújo entrou para uma atuação que encheu todo o recinto. A música “Reader’s Digest” colocou toda a gente a dançar e, a pedido do público, a música “Balada Astral”…

Sábado, 13 maio | Entrevista a D.A.M.A.

Sábado, 13 maio | Entrevista a D.A.M.A.

O que esperam do concerto de hoje? Esperamos o que esperamos sempre que vimos a uma festa académica, ainda por cima sendo o Enterro da Gata. Nós gostamos muito de vir cá tocar, estivemos cá há dois anos, antes do Anselmo Ralph, hoje estamos cá de novo e estamos muito orgulhosos. Também é muito bom ter uma grande atuação antes de nós (Mishlawi), um artista que respeitamos e que está a fazer um grande caminho. Esperamos que seja uma noite de grande festa. Como é voltar aqui ao Enterro da Gata? O que acham deste público? Temos muitos amigos aqui no Norte, e Braga é uma cidade muito especial, é sempre bom vir aqui a esta festa académica. Sentem que são queridos dentro do meio universitário, voltando ao Enterro da Gata? Hoje vamos estar em Braga, na segunda-feira vamos estar em Lisboa. Festas académicas normalmente são sempre aceites: já o fizemos há dois anos (o ano passado não fizemos), este ano ainda vamos fazer mais e vamos tornar a fazer daqui a dois anos, porque provavelmente estaremos no Enterro da…

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